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Sometimes Agressive...
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"Este bloco de escuridão é minha propriedade."

girl-in-red:

Destructive

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Destructive


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Source: girl-in-red

Tudo passa…

… meu bem. Tudo passa. Todos estes que estão aí, atravancando o teu caminho.

Eles passarão.

Você passarinho.

(adaptado de Mario Quintana)


Essas tuas contradições, tão certas e definidas. Teus estrondos tão vagarosos, teu silêncio tão delicado. De todas essas coisas, de todo esse emaranhado de teu e teus. Tão teu.


Eu teria sido outono se não fosse o inverno. Se não fosse tão atraído pelos contos ao redor da lareira e pelo frio que espreita o coração humano. Se não me debruçasse sobre o fim e se com o fim eu não flertasse todos os dias. Eu teria sido outono, teria sido a morte que dá lugar à renovação, ao fim do ciclo. Teria sido a folha que cai sobre tantas outras, apenas para morrer e nascer denovo. Eu teria sido o outono, primavera ou verão, se pudesse arder, queimar e tudo comigo levar. Teria sido assim ou teria sido de qualquer outra forma. Ao invés disso, eu sou inverno, deitado sob um céu sem sol, pronto para fazer do meu espírito a tua primavera. Eu só morro para fazer você nascer.



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We all have something to hide. Some dark place inside us we don’t want the world to see. So we pretend everything’s okay. Wrapping ourselves in rainbows. And maybe that’s all for the best, because some of these places are darker than others.

Dexter (via modernmethadone)


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Source: modernmethadone

Lord Above, I just killed a man,

Let somebody take the blame,

Lord above, I’m knelling down,

my pray take away this pain all up in here.

 

Im prayin’, O’ Lord im prayin’ to you,

Save me from these sins weighing down on my soul.

Im pleading, lord im pleading to you,

got some healing to do inside im feeling low.

 

Im prayin’, Lord im prayin’ to you,

Take away this guilt all up in my head

Im pleading, lord im pleading with you,

We got some dealings to do before the day im dead.

 

Acordar todos os dias com a certeza de que a cada segundo que se passa é um segundo a menos do seu tempo, que a cada segundo aproxima-se mais e mais da morte. Acordar sabendo que a cada dia que passa se está morrendo.

Daí a necessidade de acreditar em algo, a urgência de acreditar em algo, alguma coisa que, no final, faça tudo o mais ter sentido.

Um ímpeto em correr… as vezes um correr distraído em campos verdejantes, outras vezes um correr urgente em direção a um trem desgovernado.

No primeiro caso, talvez você não perceba quando estiver morto. Talvez demore muito tempo para perceber.

No segundo… só lhe resta a certeza de que no final tudo, realmente, fará sentido. As sensações, os medos, a culpa, o remorso, os erros… tudo fará sentido no final, quando você tiver, finalmente, sido destroçado pelo mesmo trem que você se jogou contra.

A busca por um significado. Pelas coisas que não tem mais espaço, pelo tempo que passou. A busca pela nossa sombra, sempre inquisitiva, sempre presente. A busca pela escuridão onde possamos nos recolher em nossa própria vergonha.


Imploraria-lhe que me rasgasse, cortasse, despedaçasse. Que me tornasse irreconhecível, evicerado, desmembrado. Que cortasse, cortasse e cortasse, até que tudo o que restasse fosse escuridão. Até que tudo o que eu veja seja treva e sangue. Na mais pura forma de violência, um novo alvorecer há de nascer.


Um dia desses qualquer, enquanto andávamos por um caminho sem importância, eu lhe perguntei de onde vinham as ondas do mar. Pensativo, com aquela expressão serena e cansada que tanto me intrigava, disse que isso acontecia por causa da lua. Que o mar ficava tão instigado pela beleza de uma noite cheia de estrelas e com uma lua tão grande e redonda no céu, que ele começava a se mexer, tentando alcançá-la e que isso causavam ondas em todo o oceano. Perguntei se isso poderia acontecer com as pessoas e me disse que pessoas são poças de água. Rasas, sujas e dispersáveis com um pisão bem dado no centro. Foi o que me disse de pronto e isso me entristeceu. Eu não queria ser uma poça. Não queria me espalhar pelo chão e evaporar sob sol escaldante e inquisidor. Mas antes que meu silêncio frustrado me fizesse gritar, continuou. Disse que algumas pessoas são como os oceanos. Poucas pessoas, verdades, mas existem. Complexas, densas, profundas, infindas. E que estas mesmas pessoas também se sentem atraídas por algo, como o oceano é atraído pela lua. Outras pessoas, sentimentos, coisas, dor, vícios. E disse isso. Me fazendo tremer. Quando o silêncio caiu sobre nós novamente, me peguei me perguntando como são as ondas que as pessoas criam em seus mundos. Ondas enormes que ficam maior e maior, conforme o medo e a angústia lhe preenche a complexidade de seus espíritos, as entranhas de seus corações. Ondas que se quebram sobre corpos e histórias, esmagam destinos e amores, sem distinção. Queria ser onda. Queria ser oceano profundo. Queria me arrebentar sobre os outros em ondas gigantescas de sentimentos. Ah, queria…


raxella:

Pictures like this amaze me

raxella:

Pictures like this amaze me


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Source: Flickr / nunni

Reblogged from tranceandlife (Originally from sickfilthybastard-deactivated20)

- É engraçada, não é?

- O que?

- A sensação de fragilidade que nos pega vez ou outra.

- Por que diz isso?

- Porque as vezes bate aquela insignificância e a certeza de que fazemos tudo por nada, por nenhum propósito. Pedir fé, como você diz, parece algo distante.

- E é.

- É desesperador… me faz ter falta de ar. 

- …

- Como chegou até aqui?

- Mm… com meus pés. As vezes me apoiando em outras pessoas, usando outras pessoas.

- Você me usa?

- Ocasionalmente.

- Mm…

- Isso te incomoda?

- Não… acho que não. Eu também te uso, então, acho que está ok, não é?

- Yep. É um privilégio.

- Tenho certeza que é.


Essa música deve ter aparecido por aqui umas quatro vezes.

Burn me up and set me free tonight
‘Til there’s nothing left to identify
Will I make it out of here alive
I can’t fight the fire